quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Post 7- café do costume


Café do costume, 15.30. 

Sasha- Aquelas gajas são sempre a mesma coisa, nunca têm vontade de chegar a horas a nada. Sinceramente.

Típico mais típico não há. Entretanto chega a Yasmin com a Cleo.

Elas- Opa desculpem o atraso, mas estivemos a resolver umas coisas e era urgente.
Eu- as duas a resolver um assunto? Me engana que eu gosto viu?

Yasmin- Juro que foi. É uma coisa de outro mundo. 

Sasha- De outro mundo? Sim. Chama-lhe de outro mundo.

Cleo- Opa encontramo-nos ao fundo da rua percebem? E antes disso eu estive em casa do Luís e ela não sei.

Yasmin- Olha eu vim da minha casa para ser mais específica. 

Riso total. A maneira como ela disse aquilo foi de riso total. 

Afrodite- Oh poderio acabou de chegar a mestre. Siga a conversa faz favor.

Outro típico. É tão natural estas frases vindas dela como nos desatarmos a rir quando a Lia fala das fodas dela. É que ela contava aquilo com pormenores e tudo para nos ficarmos mesmo a saber aquela coisa. Entretanto chega a Lia completamente corada.

Lia- Opa desculpem o atraso mas eu vim a  correr.

Cleo- Correr? Será mais “eu estou acabar de mandar uma não me lixem agora pá.”
Lia- Opa sim, foi isso. Vá está tudo pronto.

Eu- Prontíssimo, conta lá então. 

Entretanto já ela contava aquilo com o ânimo habitual e nós com o riso típico de quem adora ouvir aquelas histórias.

Ariana- Não acredito que já estas a contar e eu ainda não tinha chegado. 

Lia- Ora não seja por isso, eu resumo aqui a coisa já. Edu, eu e braços. Começo de quatro e acabo montada nele. Fácil.

Ariana- Entendi perfeitamente. 

Eu- Opa, sinceramente, sinceramente, sinceramente, desde que aquele cabrão se foi embora que não mando uma foda de jeito. É só gajos coninhas que me saem pá. Já desisti.

Afrodite- Esta caladinha que sábado á noite é festão em cada da yy e portanto é só poder lá, chega para todas.

Cleo- É bom que chegue que eu não gosto de partilhar nada. Já a Lia.
Lia- Está calada pá. Não adianta ir por ai.

Risos até mais não. Ali não havia espaço para tentarmos ser outras porque isto é a nossa verdadeira essência. Sexo, poder, café, conversas, amores e aventuras. Siga.




 Carlota!

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