segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Desculpa Carlota, mas as paredes de Espanha têm ouvidos... :O

 Muchacho (daqueles com terço fluorescente ao pescoço): Hey Babe!
Carlota (já com três litros de tinto no pêlo): Hello darling
M: Oh my god, you're so beautiful. What's your name babe?
C: Mai neime ize Carlota beibes...
M: I love your name. Hey, come on, let's take a shower together...I have some soap in my room...
C: Soup??? Oh yes... Gosto sim... Então se for caldo verde é vê-lo escorrer goela abaixo...
M: Sorry? I didn't understand... but okay.. let's change the subject baby: Where are you from?
C: Oh darling... It's a long história. My father was confundido com another pessoa from a programa de TV e after that was one big confusão... "Ponha ponha ponha ponha.... Ai que o pássaro arranha-me a carequinha toda!"
M: I see, I see... Tell me things about you girl...
C: I ser very querida e sweet, and I like to beber tequillas and...
M: Waiitt, tequillas? Do you like it?? Me to BABE!!! Let's drink a shot honey...
C: Drinque? I don't know... I don't know...
M: What??
C: I don't know... I don't knoww!!
M: Whatt??
C: Oh caralho és comó boda ou quê?? Eu já não disse que não tenho dinheiro?!!!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

odeio-te!

Foda-se chega desta merda, tenho saudades tuas burro, NÃO PERCEBES? Quero-te exactamente como tu disseste que me querias a última vez que falamos, preciso de ti como tu disseste precisar, quero-te beijar tanto como tu o tentaste fazer.. Como é que acabamos assim, de costas voltadas, depois de ter dito tudo isto?


Estou farta destas contrariadades, que não sabemos ultrapassar! É pedir muito que as coisas voltem ao normal? ACORDA PRA VIDA!

Cleo *

domingo, 20 de fevereiro de 2011

agora fodo-vos

Já dizia eu ao amigo da Cléo:

Caro amigo da Cléo,
podemos não ser camões mas,
fazemos coisas bem melhores,
que brincar com os teus colhões.

E falando em colhões,
vem-me logo á memória
A bela da Afrodite
a fazer os seus refrões

E qual não é o meu espanto
quando vejo a Cléo de joelhos
ali naquele pranto
a tentar desviar pintelhos.

Ora só cá faltava eu
para ficar a puta armada
Dado que esta gente
só é boa para a mamada.

E mesmo assim tenho as minhas duvidas
perante tal situação,
é que não consigo entender
onde metem tanto colhão.

Carlota!

Eudei-teoobaileetudançaste

Após ler isto de joelhos
Está a Carlota a pensar:
"Àquela Yasmin faltam pintelhos,
E os conõezinhos a abanar"

Se eu não estivesse a correr
Até te dizia mais uns refrões
Mas como só sabes foder
Guarda mazé os conões

Ah pois é!


A Sasha é uma cabra
A Lia uma abelhuda
Sabe Deus o que é que se passa
Naquela selva pintelhuda

A Cleo pensa que é fina
A Afrodite é uma depravada
Ainda não sabem o que é uma repentina
Estas meninas aqui não sabem nada

A Ariana só chupa
Então a Carlota, nem se fala
As vezes lá precisam da lupa
E mesmo assim não encontram nada

Ora isto da poesia agora está na moda
Mas aqui a Yasmin é que ainda sabe
Como dar uma bela foda.

E tenho dito!
Yasmin



quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

What can I say? Enjoy !

Após ler esta poesia
Só pude dar uma enorme risada
Querias provocar-me uma arritmia
Mas a coisa saiu-te furada

Minha cara amiga
Pensas que fazes de mim um fantoche
Mas posso desde já dizer
Que só és boa no broche


Achaste que chegavas aqui
E acabavas assim comigo
Por isso digo-te 'Sorri'
Porque isto está longe de estar perdido


No entanto, é melhor acabar com a fantochada
Isto já está uma chatice
Ocupa-te mazé com uma mamada
E deixa-te desta merdice

(fuck your self bitch)

Cleo *

Ajoelhou...Tem qui rezá

Oh, que chatice
Pensei eu com satisfação
Depois do que a Cléo disse
Vou ter que lhe dar uma lição

E como não é a primeira
Vou ter que me esmerar
Deixar o João Pereira
E por-me a pensar:

A Cléo com um chocalho
É um bom exemplo, deixa ver
Vai mazé pró caralho
Cléo, vai-te foder

(e mais não digo, por agora...)

Afrodite*
Sei o dia dos namorados já passou, mas não poderia deixar de mostrar o meu apreço pela minha grande amiga Afrodite, depois de o Duarte a ter deixado por ela não sair de baixo, e dela ter mostrado todo o seu amor por mim numa magnifica poesia. Espero que seja tão bom pra ti lê-lo, como foi pra mim escrevê-lo.

Os seus olhos, os seus olhos
Piscam muito devido a um tique nervoso
O cabelo, o cabelo
Cheira a flores do campo ou será quitoso?
Mas ela é linda e digo-lhe todo o dia
Eu sei, eu sei,
Que o que quero e tê-la ao meu lado
Pegar na mão dela
Que tem cheirinho a refugado
Sempre que ela pergunta me pergunta se está bonita
É isto que eu lhe digo
Quando vejo tua face
Não há nada que eu mudasse
Porque és espantosa do jeitinho que és
Quando te vejo à frente,
Tu sorris e eu noto que te caiu mais um dente
E mesmo assim és espantosa do jeitinho que és
As suas unhas, as suas unhas,
São cortadas só c'uma broca
O seu riso, o seu riso,
É relativamente parecido com uma foca
Mas ela é linda e eu digo-lhe todo o dia
E quando ela vai à rua de chinelo e peúga
Ela mostra a todos o seu charme e sua verruga
E sempre que ela me pergunta se está bonita
É ISTO QUE EU DIGO
Quando vejo tua face
Não há nada que eu mudasse
Porque és espantosa do jeitinho que és
Quando te vejo à frente,
Tu sorris e eu noto que te caiu mais um dente
E mesmo assim és espantosa do jeitinho que és

És espantosa, maravilhosa
E foi um humberto eco que escreveu
Esta poesia que em tão poucas parte é prosa *

you know you love, Cleo *
Free thought? Mais vale dizer que queres levar no pacote...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Cléo e a sua (não tão pura quanto isso) essência*

Estava a Cléo e eu
Na noite a divagar
Entre uma tequilla e outra
Pus-me a pensar:

O par perfeito
seria o J.P
Babava-se com o peito
Palavras para quê?

Nisto começa a falar
Com o seu ar atractivo
Passa um gajo a olhar
E o João divertido

Já a pensar em foda
Pergunta-lhe onde quer ir
Ela diz: só depois da roda
Ele espera para se vir

No fim de mamados lá vão
Para uma rua escondida
Ele fica deitado no chão
Ela em cima despida

Apreciando a brincadeira
De se virem os dois
Nem vêem a ciumeira
Da gaja que chega depois

Foi então que descobri
Que ele se tinha enganado
Ela bem que saltava
Mas ele estava pedrado

Ele gritava o seu nome
E ela a pensar em tesão
Desconhecia o facto
Que ele gritava de aflição

Entao às duas por três
Ele já nao fodia
Só gritava urgentemente
Que já não podia

Naquele entusiasmo
Ela pensava que era com o martelo
Depois do orgasmo
Viu o belo cogumelo

E com o cogumelo
E toda a sua juba
Apenas ele pensou
Mas que bem que ela aduba

Deu um grito de surpresa
Ele deu outro de satisfação
E assim termina a história
Que deita a Cléo ao chão


Ps: Texto escrito por Fernando Pessoa, nomeadamente pelo seu semi-heterónimo "Bítor Ugo"

* Ai Cléo Cléo, eu aviseiii...
** Não mostrar isto a qualquer docente com capacidades extraordinárias de observação, análise e síntese que se caracterizam pela inteligência incomensurável e pela inexorabilidade dos seus feitos. (Paulinha vá)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011